22 de janeiro

PAC retoma a era das grandes obras

Programa dobra investimentos e gera volume recorde de empregos

Governo federal lança o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê grandes obras de infraestrutura nas áreas de transporte, energia, saneamento, habitação e recursos hídricos.

Com fortes investimentos em infraestrutura, o objetivo do governo era eliminar os principais gargalos que impediam o crescimento econômico, viabilizando o aumento da produtividade das empresas, o estímulo ao investimento privado e a redução das desigualdades regionais.

O PAC se baseava em parcerias do governo federal com a iniciativa privada e com governos estaduais e municipais. Os recursos provinham do Orçamento Geral da União, do financiamento ao setor público e privado e da contrapartida de estados e municípios.

Durante a crise econômica global de 2008, o PAC teria papel decisivo na garantia do emprego e renda e, consequentemente, na continuidade do consumo, mantendo aquecida a economia.

O PAC realizaria mais de 40 mil obras e ações em todo o Brasil, nos setores de logística, energia, recursos hídricos e melhorias urbanas e sociais. Entre 2007 e 2014, o PAC executaria R$ 1,5 trilhão — o equivalente ao PIB da Espanha. No mesmo período, os investimentos do setor público cresceriam 48%.

Entre 2007 e 2012, haveria crescimento de 75% de empregos com carteira assinada na construção civil.

Em 2011, seria iniciada a segunda etapa do programa (PAC-2).